Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade

Neste estudo, além do enfoque teórico, seguiremos com o enfoque terminológico. Sabemos das polêmicas que giram entorno de alguns termos usados por Freud, trata-se na maioria das vezes de uma confusão levantada quase que exclusivamente por quem não está familiarizado com linguagem psicanalítica e com o pensamento de Freud. Cabe a nós entender os usos e significados mais precisos destes para uma maior clareza daquilo que o autor procurou dizer.

O texto Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade, apesar de essencial para o edifício da Psicanálise, causou, no momento da sua publicação, uma grande estranheza, resistência e aversão principalmente no que diz respeito a sexualidade infantil. As crianças eram encaradas como seres puros e inocentes (refere-se ao sentido sexual), alheios a sexualidade e a afirmativa de que existia uma sexualidade infantil, desde os primórdios, surgiu como escândalo. Hoje essa questão é bem aceita e entendida principalmente pelas formulações de Freud, porém a terminologia contínua causando algum mal entendido, se antes a sexualidade da criança era algo um tanto polêmico, hoje, termos como inversão e aberração, por exemplo, são igualmente polêmicos. Por essa ótica, entendemos a legitimidade do aprofundamento teórico e terminológico do texto, além, é claro, da importância ímpar na formação dos analistas.

A jornada não será ao vivo, os vídeos, fóruns, chats e demais estarão disponíveis direto na área de estudos.

Hangout – Os Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade

Hangout com Samuel Gouvêa Pereira, Lúcia Kibaltchiche e Artur Angel tratando tópicos do texto e a estrutura da jornada de psicanálise – Os Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade.